2 – Aprender a fazer –
Não podemos
dissociar este pilar do anterior. Mas, aprender a fazer é ensinar o aluno a pôr
em prática os seus conhecimentos e como adaptar futuramente a sua formação ao
imprevisível mercado de trabalho.
Hoje em dia
os empregadores exigem competências com várias vertentes em simultâneo:
qualificação específica, formação técnica e profissional, comportamento social,
capacidade de trabalho em equipa, capacidade de iniciativa e gosto pelo risco.
Qualidades
como a capacidade de comunicar, de trabalhar com os outros, de gerir e resolver
conflitos são cada vez mais requisitadas e importantes.
Em jeito
pessoal: nos alunos pequenos há que fazer um pouco ao contrário, aplicar a
prática para chegarmos a uma teoria que a sustente, temos que passar do
concreto para o abstrato. Os alunos inferem com muita dificuldade ou não o
fazem de todo. A falta de manipulação de objetos concretos em contextos variado
juntamente com tantas atividades manuais e práticas em desuso concorre para uma
certa inabilidade.
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